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Direito

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  • Gratuito

    Direito em Arte: I Obra de Pesquisa Científica da Nôma

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    Organizadoras: Miriam Olivia Knopik Ferraz | Ariê Scherreier Ferneda. O Direito é conhecido como uma disciplina rígida, muitas vezes difícil e até inalcançável. Por outro lado, tem-se a Arte e suas diversas manifestações que abrangem todos os tipos de pessoas, gostos e possibilidades. Como mesclar algo tão firme, com algo tão fluido? Foi nesse sentido que trouxemos, entre “Direito” e “Arte” a preposição “em”, que se traduz em conexão. Segundo o dicionário da Oxford, “em” é uma preposição que relaciona por subordinação e expressa os sentidos de algo e, ainda, participa da composição de complementos verbais e nominais, empregasse para juntar ao verbo, substantivo ou adjetivo que a precede, o complemento que determina a sua significação”. Diante disso, o “em” faz com que o Direito e a Arte se complementem e alcancem um novo significado. Por esta razão, o nome desta obra, que derivou de um grande evento, é Direito em Arte. Compondo essa grande sinfonia de significados, esta obra é resultado de uma grande viagem de pesquisadores, com duas paradas: inicialmente a I Mostra de Pesquisa da NÔMA – Norma e Arte, que trouxe diversos palestrantes, alunos, artistas e estudantes para imergirem nesses temas e, algumas dessas imersões resultaram em Artigos Científicos; a segunda parada trata-se de um edital externo à Mostra, com o objetivo de convidar novos membros para comporem o livro com suas pesquisas.
    Grátis!
  • Ética, laicidade e alteridade

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    Desafios contemporâneos para os direitos humanos

    É preciso que as linhas subalternizantes sejam vistas, sejam percebidas, sentidas e abandonadas. Assim, abondonaremos essas linhas que impendem a existência de outros saberes/seres e possibilidades. O sujeito que fala, o que se compreende como universal, abstrato e a-histórico precisa se ver no objeto de sua fala, confundir-se. Ao tratarmos de uma ética subversiva, afirmamos uma composição coletiva que se insurge contra as individualidades patológicas, contra o eu insulado, contra aqueles modos de saber que recortam e silenciam os espaços políticos. Aquela consciência, ou melhor, anticonsciência, naturaliza a violência contra o outro, pois retroalimenta o desejo pela morte do que é estranho. Colocamo-nos, assim, contra as visões homogeneizadoras que enfraquecem as identidades e, ao mesmo tempo, nos distanciamos das leituras de mundo que isolam e enfraquecem e destroem as individualidades. Nós nos aproximamos, assim, d’outros vocábulos, novas sintaxes, nos enveredamos por uma semântica decolonial. Por um caminho sussurrado pela ética da diferença como ética do encontro, artífice de um outro poder, por muitos articulado, multilateral, inventivo, dialógico, diatópico. De baixo para cima; não hierarquizante; visto como elaboração e, assim, percebido continuamente.
    R$25,00
  • Gratuito

    Os impactos da COVID-19 (Coronavírus) nas relações de trabalho

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    O processo de globalização provocou a flexibilização das relações de trabalho. Assim, quanto mais o tempo passa, mais a sociedade cria modelos de prestação de serviços que desvalorizam a atividade laboral humana. No Brasil, o trabalho informal já é uma (assustadora) realidade, que promove a instabilidade dos trabalhadores e de todos os seus dependentes.
    Grátis!